5.8.09
Tudo consiste na perfeita adstringência - A Comédia de Deus
Estou destreinado, mas a ideia é esta...
powered by João César Monteiro
4.8.09
Eu já não sei se sei o que é sentir
Fácil de entender - The Gift
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer, Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei, o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim,
Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou,
e se ao menos tudo fosse igual a ti
[2x]
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender
É o amor, que chega ao fim, um final assim,
assim é mais fácil de entender
[2x]
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era mais fácil de entender
3.8.09
I sing of you in my demented songs - Crowds, Bauhaus
What do you want of me
What do you long from me
A slim Pixie, thin and forlorn
A count, white and drawn
What do you make of me
What can you take from me
Pallid landscapes off my frown
Let me rip you up and down
For you I came to forsake
Lay wide despise and hate
I sing of you in my demented songs
For you and your stimulations
Take what you can of me
Rip what you can off me
And this I'll say to you
And hope that it gets through
You worthless bitch
You fickle shit
You would spit on me
You would make me spit
And when the Judas hour arrives
And like the Jesus Jews you epitomize
I'll still be here as strong as you
And I'll walk away in spite of you
And I'll walk away
Walk away
30.7.09
Poetry Rules - Xavier
Poema para i
Não te posso definir
ainda,
Só se pode definir o que tem história
dizem,
Mas posso imaginar,
Imaginar-te e construir a nossa história.
E adorar-te,
Enquanto a tua nudez interior posa para estes versos.
E penetrar-te,
E ao jardim interior onde o teu coração floresce.
Quero viver nesse éden interior
Abandonando-me ao que te habita,
Banhar-me nos seus lagos, fontes e sonhos,
E surpreender-me,
Surpreender-me
como só as crianças podem, com as estrelas, os cometas e o sol desse céu a que chamas corpo.
Morreria por te ver assim nua,
E saber que a felicidade nunca foi uma utopia.
Morreria só para poder seguir os teus passos molhados a caminho do quarto...
Até no silêncio temos em comum,
O presente, a melodia que já nos embalou, o futuro.
Tu és a água que sacia a sede da minha alma
E eu quero beber às mãos cheias.
És a fogueira, a chama lenta, onde arde o meu desejo
E os meus pensamentos mais profundos,
E eu tenho fome de ti.
Sei que és quem eu procurava,
E sei que eu não poderia procurar mais ninguém,
Se não a ti
Eternamente.
16 VII 2009
Mas isto não passa de poesia, não é?
Não te posso definir
ainda,
Só se pode definir o que tem história
dizem,
Mas posso imaginar,
Imaginar-te e construir a nossa história.
E adorar-te,
Enquanto a tua nudez interior posa para estes versos.
E penetrar-te,
E ao jardim interior onde o teu coração floresce.
Quero viver nesse éden interior
Abandonando-me ao que te habita,
Banhar-me nos seus lagos, fontes e sonhos,
E surpreender-me,
Surpreender-me
como só as crianças podem, com as estrelas, os cometas e o sol desse céu a que chamas corpo.
Morreria por te ver assim nua,
E saber que a felicidade nunca foi uma utopia.
Morreria só para poder seguir os teus passos molhados a caminho do quarto...
Até no silêncio temos em comum,
O presente, a melodia que já nos embalou, o futuro.
Tu és a água que sacia a sede da minha alma
E eu quero beber às mãos cheias.
És a fogueira, a chama lenta, onde arde o meu desejo
E os meus pensamentos mais profundos,
E eu tenho fome de ti.
Sei que és quem eu procurava,
E sei que eu não poderia procurar mais ninguém,
Se não a ti
Eternamente.
16 VII 2009
Mas isto não passa de poesia, não é?
29.7.09
The drugs Don`t Work
All this talk of getting old
It's getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I'm comin' down
And I hope you're thinking of me
As you lay down on your side
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again
But I know I'm on a losing streak
'Cause I passed down my old street
And if you wanna show, then just let me know
And I'll sing in your ear again
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again
'Cause baby, ooh, if heaven calls, I'm coming, too
Just like you said, you leave my life, I'm better off dead
All this talk of getting old
It's getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I'm comin' down
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again
'Cause baby, ooh, if heaven calls, I'm coming, too
Just like you said, you leave my life, I'm better off dead
But if you wanna show, just let me know
And I'll sing in your ear again
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again
Yeah, I know I'll see your face again
Yeah, I know I'll see your face again
Yeah, I know I'll see your face again
Yeah, I know I'll see your face again
I'm never going down, I'm never coming down
No more, no more, no more, no more, no more
I'm never coming down, I'm never going down
No more, no more, no more, no more, no more
The Verve
upgrade powered by sir Ben Harper
Poetry Rules - Carlos Oliveira
Carta a Ângela
Para ti, meu amor, é cada sonho
de todas as palavras que escrever,
cada imagem de luz e de futuro,
cada dia dos dias que viver.
Os abismos das coisas, quem os nega,
se em nós abertos inda em nós persistem?
Quantas vezes os versos que te dou
na água dos teus olhos é que existem!
Quantas vezes chorando te alcancei
e em lágrimas de sombra nos perdemos!
As mesmas que contigo regressei
ao ritmo da vida que escolhemos!
Mais humana da terra dos caminhos
e mais certa, dos erros cometidos,
foste de novo, e de sempre, a mão da esperança
nos meus versos errantes e perdidos.
Transpondo os versos vieste à minha vida
e um rio abriu-se onde era areia e dor.
Porque chegaste à hora prometida
aqui te deixo tudo, meu amor!
Para ti, meu amor, é cada sonho
de todas as palavras que escrever,
cada imagem de luz e de futuro,
cada dia dos dias que viver.
Os abismos das coisas, quem os nega,
se em nós abertos inda em nós persistem?
Quantas vezes os versos que te dou
na água dos teus olhos é que existem!
Quantas vezes chorando te alcancei
e em lágrimas de sombra nos perdemos!
As mesmas que contigo regressei
ao ritmo da vida que escolhemos!
Mais humana da terra dos caminhos
e mais certa, dos erros cometidos,
foste de novo, e de sempre, a mão da esperança
nos meus versos errantes e perdidos.
Transpondo os versos vieste à minha vida
e um rio abriu-se onde era areia e dor.
Porque chegaste à hora prometida
aqui te deixo tudo, meu amor!
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