Amar sem desejo de te ver
Amar sem desejo de te ver
E correr
E comer
E foder até morrer.
26.11.09
24.11.09
23.11.09
Poetry Rules - Xavier
1. O prato que se parte e descobre os silêncios da vida
Chão adentro jaz uma alma entre os fragmentos da última hora
E aquele livro que se fecha antes de sentir o sopro fundo da morte
2. Como se a morte existisse para lá da vertigem desta paredes
E da humidade que me come os ossos
3. Já não estranho a tua presença posta a um canto
Já não estranho o sangue na boca feita pranto
18 XI 2009
Chão adentro jaz uma alma entre os fragmentos da última hora
E aquele livro que se fecha antes de sentir o sopro fundo da morte
2. Como se a morte existisse para lá da vertigem desta paredes
E da humidade que me come os ossos
3. Já não estranho a tua presença posta a um canto
Já não estranho o sangue na boca feita pranto
18 XI 2009
18.11.09
16.11.09
Regresso aos lugares de sempre...
Le fabuleux destin d'Amelie Poulain
Musique: Yann Tiersen - Comptine d'un autre été: l'aprés midi
14.11.09
Poetry Rules - Paulo Alves
agora invento-te
deixaste muito longe o teu coração e por isso já não falo tanto de ti.
agora invento-te:
crio um mundo nos meus olhos para te olhar.
(mas não tenho a tua boca,
nem a ponte das nossas línguas).
deixaste muito longe o teu coração e por isso já não falo tanto de ti.
agora invento-te:
crio um mundo nos meus olhos para te olhar.
(mas não tenho a tua boca,
nem a ponte das nossas línguas).
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